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Logo você receberá os melhores conteúdos em seu e-mail. Haisem Preso desde abril, o ex-secretário da Saúde de Sérgio Cabral, no Rio, Sérgio Côrtes foi solto por uma decisão de Gilmar Mendes. Isso era absolutamente obrigatório? Côrtes foi beneficiado por uma extensão do habeas corpus dado em dezembro pelo mesmo Gilmar Deixa que eu solto Mendes ao empresário do setor de saúde Miguel Iskin. Ambos, aliás, já atuaram juntos.


Meu chapa (…) queremos ir insuficiente tempo na cadeia (…) Porém nossas putarias têm que continuar. Côrtes acertou numa das previsões (ficou 10 meses preso; Iskin, nove meses). Espera-se que não na outra, escreveu Lauro Jardim, que deu a notícia. Côrtes confessou ao juiz Marcelo Brêtas, da Lava Jato no Rio, que participou de um esquema de propinas de 300 milhões de reais na área da saúde, uma das mais atingidas na penúria que atinge o Estado. Quer dizer, o ministro do STF deu mais uma demonstração de que mais importa instituir suas teimosias jurídicas do que a saúde pública e a vida dos pobres.


No dia 30 de janeiro, o vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, refutou liminar ao petista, para barrar a realização de sua pena de doze anos e um mês no âmbito da Operação Lava Jato. O mérito desse habeas corpus será avaliado pela 5ª Turma do STJ, ante relatoria do ministro Felix Fischer. O STJ é uma espécie de terceira instância da justiça, estando abaixo do STF. Após ter o pedido liminar rejeitado pelo STJ, os advogados de Lula entraram com um habeas corpus no STF, no dia dois de fevereiro.



A reunião de ontem é a prova mais cabal da promiscuidade entre figurões dos 3 poderes da República. Só um potentado da política, como é Lula, podes atingir esse vantagem. Os salamaleques de Fachin e seus amigos de Pertence apontam que igualdade de todos perante a lei só nas calendas. Haisem Mas a Polícia Federal ontem o deputado João Rodrigues (PSD-SC), 2 dias após o Supremo Tribunal Federal decidir pela realização imediata da pena por fraude e dispensa de licitação. Este é um ótimo sinal de final da impunidade ou apenas uma exceção à norma? João Sem Braço Rodrigues é o terceiro ocupante de uma cadeira na Câmara aprisionado no decorrer da atual legislatura.



A Residência, entretanto, ainda não adotou nenhuma quantidade contra os deputados, que não perderam o mandato parlamentar. E também Rodrigues, estão presos os deputados Paulo Maluf (PP-SP) e Celso Jacob (MDB-RJ), ambos no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Nos 2 casos, a Câmara vem postergando uma decisão. A Constituição institui que deputado ou senador que sofrer condenação criminal com sentença transitada em julgado perderá o cargo.


A antevisão constitucional é de que a perda do mandato necessita ser aprovada por maioria absoluta na Residência Legislativa em votação aberta. Pra Primeira Turma do Supremo, que decidiu na cassação de Maluf, todavia, a perda do mandato deveria ser efeito natural da condenação criminal, sem necessidade de consulta aos demais parlamentares. Esse João Sem Braço Rodrigues é um zero à esquerda, porém não zerou a conta da impunidade dos com foro no Supremo contra a atuação exemplar da primeira instância no caso da Lava Jato.


Ele está confinado por um crime menor. Mas a ameaça da prescrição pela segunda feira não lhe foi favorável como foi a Jucá e ele está preso, entretanto Aécio está solto. Os chefões partidários e da gestão pública estão livres, leves, soltinhos Inácios da Silva palitando os dentes nos cafezinhos do Congresso Nacional, paparicados por bajuladores de todos os gêneros. Carolina O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luiz Fux, citou ontem que vai discutir com seus amigos do colegiado a respeito de as brechas da Lei da Ficha Limpa que permitem candidaturas de condenados na segunda instância.


No entanto ele não tinha dito pela posse que ficha suja não participaria da eleição? O que o fez variar tão veloz? É então que a banda toca no Judiciário, Carolina. Ontem mesmo, durante café da manhã com jornalistas, Fux defendeu a tese de que político ficha suja não pode nem fazer o registro de candidatura. Vou avaliar com os colegas de tribunal se essa praxe das liminares vai ser entendida ante este ângulo assim como. Se as liminares são de segunda instância ou são liminares que não têm mais o condão de suspender a inelegibilidade”, argumentou Fux. No Judiciário é deste jeito.


Aquela velha história de vale a palavra ou do fio de bigode não vale lá nem ao menos para os sem barba como Cármen Lúcia. Haisem O ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda/Moradia Civil/Governos Lula e Dilma) pediu anteontem ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Localidade para ser interrogado de novo no âmbito da Operação Lava Jato. Por que ele neste instante não alegou tudo o que tinha a descrever?



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